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O perdão e a reconciliação

01 AGO 2016
01 de Agosto de 2016
1. EXPOSIÇÃO (20 minutos)

“Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma cousa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta”.  Mateus 5:23,24

A reconciliação não é algo a ser praticado somente entre nós e Deus, mas também para com nossos irmãos. Reconhecemos, que, à semelhança da cruz, também temos duas linhas do fluir da reconciliação: a vertical (o homem com Deus) e a horizontal (entre os homens). O mesmo perdão que recebemos de Deus deve ser praticado para com nossos semelhantes.

Quem não perdão não é perdoado. O perdão (ou a falta dele) faz muita diferença na vida de alguém. A reconciliação horizontal determina se a vertical que recebemos de Deus vai permanecer em nossa vida ou não. A palavra de Deus é clara quanto ao fato de que se não perdoarmos a quem nos ofende, então Deus também não nos perdoará. Foi Jesus Cristo quem afirmou isto no ensino da oração do Pai-Nosso: “Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai Celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas”. Mateus 6:14,15

A falta de perdão é uma prisão. Quem não perdoa, está preso. Lemos em Mateus 18:34: “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a dívida”. A palavra verdugo significa “torturador”. Além de preso, aquele homem seria torturado como forma de punição.

A prática do ministério nos revela que o que Jesus falou em figura nesta parábola é uma realidade espiritual na vida de quem não perdoa. Os demônios amarram a vida daqueles que retém o perdão. Suas torturas aplicadas são as mais diversas: angústia e depressão, enfermidades, debilidade física, etc.

Será que a pessoa tem que pedir o perdão ou merecê-lo para poder ser perdoada? Não. Devemos perdoar como Deus nos perdoou:
“Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou”.  Efésios 4:32

O texto bíblico diz que nosso perdão e reconciliação horizontal deve seguir o exemplo da que Deus em Jesus praticou para conosco. Então, basta perguntar: – “Fizemos por merecer o perdão de Deus? Não. Então nosso ofensor também não precisa fazer por merecer”.

O perdão é um ato de misericórdia, de compaixão. Nada tem a ver com merecimento. O apóstolo Paulo falou aos efésios que o perdão é fruto de um coração compassivo e benigno. O perdão flui da benignidade do nosso coração, e não por haver ou não benignidade no ofensor.

2. APLICANDO OS DONS ESPIRITUAIS (5 minutos)

Não se preocupe, a repetição é necessária até que você tenha adquirido uma compreensão dos dons espirituais. Então, eis ele de novo, o DOM DE MISERICÓRDIA (Romanos 12:8). Você lembra? É a capacidade de empatia profunda pela qual ocorre a expressão da compaixão por aqueles que se encontram em situações difíceis, ainda que tenham falhado gravemente. Quem tem o dom de misericórdia nunca se colocará como juíz de seus irmãos, ao contrário disso, se mostrará sempre disposto para perdoar e confiante na restauração daqueles que estão em tais situações.

3. REFLEXÃO EM GRUPO (10 minutos)

A pessoa tem que pedir o perdão ou merecê-lo para poder ser perdoada?

4. INDICADORES DE DISCIPULADO (5 minutos)

Revise com os participantes da célula os 6 indicadores de discipulado:

1)    A sós com o Mestre;
2)    Viva na Palavra;
3)    Ore com fé;
4)    Comunhão com a igreja;
5)    Testemunhe para o mundo;
6)    Ministre aos outros.

Bispos Antonio & Tally

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