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Porque as Tempestades

25 ABR 2016
25 de Abril de 2016
1. EXPOSIÇÃO (20 minutos)

Jonas 1.13: Ao invés disso, os homens se esforçaram ao máximo para remar de volta à terra. Mas não conseguiram, porque o mar tinha ficado ainda mais violento.

Quantas vezes você já se perguntou: por que tenho que enfrentar tempestades? Não seria melhor se a vida fosse sempre mais calma, simples e comum? Há três tipos de tempestades e é possível aprender com cada uma delas.

1º. A tempestade que atraímos sobre nossas vidas:

Em Jonas 1.4ss, temos a história da terrível tempestade que assolou o navio onde o profeta Jonas embarcara para fugir de Deus. Jonas não era qualquer pessoa. Leia os versos 8 e 9 e observe as perguntas que os marinheiros fizeram e as respostas que o profeta deu. Tais perguntas confrontam o caráter do profeta fujão. Note como ele se apresenta: “um adorador do Senhor, o Deus dos céus, que fez o mar e a terra”. Somos, também, adoradores do Senhor Deus. Quando agimos como Jonas e fugimos do chamado, da vocação, atraímos tempestade sobre nossas vidas. 

Infelizmente, por vezes, a tempestade não afeta somente a nós, mas a todos que nos acompanham. Um adorador precisa ser movido pelo Espírito Santo. O que movia Jonas a fugir de Deus era um ressentimento que ele nutria pelo povo a quem Deus o mandara pregar, em Nínive. Adoradores não podem ser movidos por sentimentos. Somos movidos por princípios, pela fé e pelo Espírito de Deus.

Este é o primeiro tipo de tempestade, que você pode evitar. 

2º. A tempestade que nos leva a subir de nível:

Em Mateus 8.23-27, temos o relato da tempestade que assolou o barco onde Jesus e seus doze estavam. Ao atravessarem o Mar da Galiléia, o barquinho que os levava foi acometido de ventos muito fortes que agitavam terrivelmente as águas. Jesus estava noutro nível de dependência e confiança no Pai. Jesus não tinha medo de nada, por isso dormia enquanto usava a tempestade para confrontar os apóstolos com o medo e a falta de fé.

O medo é casado com a falta de fé assim como a prudência é companheira da sabedoria. Os doze estavam apavorados pelo medo de morrer naquela tempestade. Ao despertar, Jesus afirmou que a fé deles era pequena. Em seguida, com uma palavra, repreendeu o vento e as ondas e, imediatamente, houve bonança. Foi então que os discípulos ficaram perplexos, perguntando “quem é Ele, que até os ventos e o mar lhe obedecem? ”. Ou seja, a tempestade serviu ao propósito de levar os discípulos a vencerem o medo e a crescerem na revelação acerca de Jesus.

Este é o segundo tipo de tempestade. Experiências difíceis que o Senhor usa para nos fazer vencer o medo e nos elevar no nível de compreensão e revelação.

3º. A tempestade que resulta em grandes bênçãos:

Em Atos 27.20ss, encontramos o relato da terrível tempestade que assolou o barco onde Paulo estava para ser levado a ser julgado em Roma. Ao todo, eram 276 pessoas a bordo. A tempestade era muito terrível – note no verso 20 que as pessoas “perderam toda a esperança de salvamento” e no verso 33, que após 14 dias de tempestade, ninguém tinha nem ânimo para se alimentar. 

Acontece que o apóstolo Paulo era um homem cheio de fé e movido pelo Espírito de Deus. Nos versos 23 e 24, Paulo prega aos companheiros de viagem sobre a esperança e a coragem que Deus lhe restituíra. A ação do apóstolo fez com que os homens reagissem e, apesar do naufrágio, todos se salvaram e foram recolhidos na ilha de Malta. O povo de Malta nunca ouvira falar de Jesus. Deus usou aquela tempestade para salvar os náufragos e também uma nação.

Observe o detalhe da cobra que mordeu a mão de Paulo. Um infortúnio que serviu para desmascarar a deusa a quem os malteses serviam. Porque Paulo não sofreu dano algum, abriu-se a porta para que todos os habitantes daquele lugar fossem abençoados pelo Deus Vivo. Este tipo de tempestade antecede grandes bênçãos. Nossa atitude fiel e corajosa é fundamental para atravessarmos estas tempestades.

Adaptado: Apóstolo Paulo R. Petrizi

2. APLICANDO OS DONS ESPIRITUAIS (5 minutos)

: Habilidade concedida por Deus para agir com confiança e convicção da capacidade de Deus para cumprir todas as suas promessas. Esse dom presente na igreja, faz com que aqueles que o possuem motivem e desafiem outros a viver esta mesma fé, levando-os a superar as tempestades da vida. 1Co 12.9, 13.2; Hb 11.1; Rm 18.21. 

3. REFLEXÃO EM GRUPO (10 minutos)

Você seria capaz de mencionar qual desses três tipos de tempestade você já enfrentou e o que aprendeu com isso?

4. INDICADORES DE DISCIPULADO (5 minutos)

Lembre e revise os 6 indicadores de discipulado: A sós com o Mestre Jesus; Viva na Palavra; Ore com Fé; Comunhão com a igreja; Testemunhe para o mundo; Ministre aos outros.

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